Eiichiro Oda impõe duas condições à Netflix para adaptar o live action de One Piece
A série live-action de One Piece teve de seguir duas regras, reveladas pelo showrunner Matt Owens.
As regras essenciais para a adaptação em live-action de One Piece
Dois princípios fundamentais do universo One Piece serão respeitados na adaptação live-action da famosa manga. Foi o showrunner Matt Owens que revelou estas regras, estabelecidas por Eiichiro Oda, o criador desta obra icónica. Para leres a nossa análise ao trailer, tens aqui.
Revelada quando o estúdio de produção Shueisha anunciou novas informações sobre a série da Netflix, a primeira regra é preservar as histórias dos membros da tripulação do Chapéu de Palha. O motivo? São "essenciais para compreender quem são (as personagens, nota do editor), quais são os seus sonhos e motivações".
A segunda regra: respeitar os poderes
O segundo imperativo diz respeito aos poderes. Matt Owens confessa: "Os poderes específicos dos frutas do diabo e outros conjuntos de habilidades foram todos cuidadosamente concebidos por Oda e foi necessária muita imaginação para descobrir o que as diferentes pessoas podem fazer e quais são as regras em torno disso". Estes esclarecimentos devem dissipar algumas das preocupações que os fãs de One Piece têm tido com a série da Netflix desde que foi anunciada.
One Piece Live-action: primeira temporada já anunciada
Como lembrete, a primeira temporada da série live-action de One Piece será composta por oito episódios (aqui tens os títulos revelados), cobrindo os eventos até ao arco Arlong. Nos dois trailers foram reveladas várias personagens, incluindo o personagem principal: Luffy (Iñaki Godoy), Zoro (Mackenyu), Nami (Emily Rudd), Sanji (Taz Skylar) e Usopp (Jacob Gibson). As aventuras em live-action de Luffy vão para o ar na Netflix a partir de 31 de agosto de 2023.